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Litoral sul e central de SP tem aluguéis mais baratos para as festas de fim de ano

Em algumas cidades é possível encontrar diárias a partir de R$ 150

Segundo uma pesquisa feita pelo CRECISP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo), é possível encontrar diárias para passar as festas de final de ano na praia a partir de R$ 150 no litoral Sul de São Paulo.

Nas cidades da faixa Sul e da região central do Litoral paulista, como Praia Grande e Guarujá, o aluguel diário de imóveis para a temporada do Natal e Réveillon está em geral mais barato do que no mesmo período do ano passado. Dos 17 tipos de imóveis que a pesquisa do CRECISP encontrou em oferta nas imobiliárias locais, 12 tiveram o aluguel reduzido.

A exceção é o litoral norte. Em cidades como Ubatuba, Ilhabela e Caraguatatuba, o aluguel diário de cinco dos seis tipos de imóveis oferecidos pelas imobiliárias pesquisadas pelo CRECISP está mais caro este ano do que na temporada passada.

“A crise bateu forte no orçamento das famílias e os donos de imóveis não a ignoram, sabem que precisam enxugar os valores para conseguir alugar”, avalia José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP. Ele menciona ainda como fator de indução à redução da maioria dos aluguéis diários a concorrência dos hotéis e pousadas, “que também sentiram o peso da crise de dois anos seguidos de queda do PIB”.

O presidente do CRECISP acredita que as condições das praias, o tipo de público que as frequenta e melhorias nas condições de acesso explicam a diferença de comportamento dos preços no Litoral Norte. “Praias mais reservadas e distantes, ladeadas por condomínios e pousadas luxuosas, costumam atrair um público de maior poder aquisitivo e os proprietários de imóveis para locação tiram proveito disso”, explica Viana Neto.

Mais caras ou mais baratas, as diárias de locação sempre podem ser negociadas. “Mas para que seja efetiva, essa negociação deve ser feita o quanto antes para se evitar a disputa por imóveis que costuma haver às vésperas do Natal e Réveillon, com crise ou sem ela”, aconselha o presidente do CRECISP.

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